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O instrumento tem como finalidade identificar e analisar padrões comportamentais, cognitivos e emocionais em situações específicas do cotidiano. Seu foco é compreender o contexto situacional de experiências subjetivas que impactam o bem-estar do indivíduo, permitindo ao terapeuta obter dados qualitativos estruturados para formulação de caso e definição de estratégias de intervenção.
Tempo médio de aplicação
5 a 15 minutos, dependendo da extensão das respostas.
População-alvo
Pessoas adultas em processo psicoterapêutico (não especificado para crianças ou adolescentes).
Usos recomendados
Formulação de caso, análise funcional de comportamentos, monitoramento terapêutico em intervenções baseadas em Terapias Contextuais ou Cognitivo-Comportamentais, planejamento de intervenções em tempo real
1. Estrutura do instrumento:
Número de itens: 9 perguntas abertas
Tipo de resposta: narrativa descritiva (texto livre, análise qualitativa)
2. Descrição dos itens:
As perguntas exploram, de forma sequencial, a ocorrência de padrões emocionais e comportamentais em contextos situacionais. Os itens se distribuem em três blocos:
Identificação do padrão atual (itens 1 a 2); ex.: percepção de repetição emocional ou comportamental, influência do ambiente.
Análise situacional (itens 3 a 5); ex.: eventos antecedentes, contexto ambiental, interações sociais e pensamentos automáticos.
Resposta emocional e comportamental (itens 6 a 9); ex.: reações físicas e emocionais, comportamento subsequente e consequências imediatas.
3. Mudança clínica e sensibilidade:
O instrumento pode ser reaplicado ao longo do processo terapêutico, funcionando como diário clínico ou registro de eventos mais críticos.
Pode ser usado em monitoramento longitudinal, especialmente em intervenções baseadas em análise funcional.
4. Cuidados éticos e limitações de aplicação:
Não deve ser utilizado isoladamente como base diagnóstica.
Requer interpretação clínica, com base em escuta e formulação técnica.
Pode gerar sobrecarga em pacientes com dificuldades de autorrelato, sendo necessário suporte durante ou após a aplicação.
5. Sugestões para análise clínica:
As respostas podem ser interpretadas em esquemas de análise funcional do comportamento (situação → pensamento → emoção → resposta → consequência).
Pode orientar hipóteses sobre esquemas cognitivos, funcionamento interpessoal ou vulnerabilidades emocionais.
É possível integrá-lo com entrevistas clínicas, diários de humor, escalas de sintomas e instrumentos como DASS-21 ou CORE-OM.
Útil para intervenções que requerem monitoramento ecologicamente válido (ex.: ACT, DBT, TCC, Terapia do Esquema).
Este questionário foi desenvolvido para ajudar a entender melhor seus comportamentos, pensamentos e emoções em situações específicas. O objetivo é identificar padrões e fatores que possam estar influenciando seu bem-estar emocional e comportamental.
As informações que você fornecer serão utilizadas para orientar o processo terapêutico e criar estratégias que façam sentido com a sua realidade. Seja claro(a) e honesto(a), todas as informações fornecidas são confidenciais e serão usadas exclusivamente para fins terapêuticos.
Ferramenta clínica personalizada pela HumanTrack.
Haynes, S. N., & O'Brien, W. H. (2000). Principles and Practice of Behavioral Assessment. Springer.
Sturmey, P. (2008). Functional Analysis in Clinical Treatment. Academic Press.
Persons, J. B. (2008). The Case Formulation Approach to Cognitive-Behavior Therapy. Guilford Press.