Escalas para Autismo
Confira as escalas padronizadas disponíveis para avaliação de autismo. Instrumentos validados com pontuação estruturada para uso clínico.
Escalas Padronizadas
Autism Spectrum Quotient - Adult (AQ-10)
A Escala AQ10 avalia traços do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos, com foco em dificuldades de comunicação social, rigidez comportamental e padrões restritos de interesse. Fundamenta-se no modelo dimensional do espectro autista e busca identificar possíveis manifestações clínicas leves ou subclínicas do autismo. Seu objetivo é o rastreamento inicial de indivíduos que podem se beneficiar de uma avaliação diagnóstica especializada.
Um guia de referência rápido para adultos com suspeita de autismo que não tem deficiência de aprendizagem. (Tradução Versão Português, Brasil Instituto de Pesquisas Neuropsiquiátricas, SUAV – Waldir Toledo, 2020).
Tempo médio de aplicação
Aproximadamente 3 minutos.
População-alvo
Adultos (>18 anos), sem deficiência intelectual associada.
Situações recomendadas
Rastreamento clínico inicial de traços do espectro autista, encaminhamento para avaliação diagnóstica formal, estudos populacionais e pesquisas epidemiológicas sobre TEA em adultos.
The Ritvo Autism Asperger Diagnostic Scale-Revised (RAADS-R-BR)
O Ritvo Autism Asperger Diagnostic Scale-Revised (RAADS-R-BR) avalia sintomas centrais do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos, com ênfase em aspectos relacionados à comunicação social, interesses restritos, comportamentos repetitivos e processamento sensorial atípico. Sua construção se fundamenta nos critérios diagnósticos do DSM-IV-TR e foi adaptada para corresponder ao DSM-5-TR. Os principais usos incluem triagem diagnóstica e apoio à formulação clínica de TEA em adultos não diagnosticados na infância.
Tempo médio de aplicação
Aproximadamente 30-45 minutos (a administração ocorre em sessão clínica com acompanhamento do avaliador).
População-alvo
Adultos (18 anos ou mais) com suspeita de TEA, preferencialmente com inteligência média ou acima da média.
Usos recomendados
Triagem clínica, apoio diagnóstico, diferenciação de TEA em adultos com histórico psiquiátrico diverso, planejamento terapêutico e pesquisa.
Além das escalas padronizadas, existem outros tipos de instrumentos para autismo, como entrevistas clínicas e registros de automonitoramento.
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