Escalas para Autoeficácia

Confira as escalas padronizadas disponíveis para avaliação de autoeficácia. Instrumentos validados com pontuação estruturada para uso clínico.

Escalas Padronizadas

Ver detalhes do instrumento Escala de Autoeficácia Criativa para Organizações (EAEC)

Escala de Autoeficácia Criativa para Organizações (EAEC)

A Escala de Autoeficácia Criativa para Organizações (EAEC) avalia a crença do trabalhador em sua capacidade de produzir resultados criativos no contexto laboral. No estudo brasileiro, o construto é definido como a crença do indivíduo sobre sua capacidade de ser criativo, geralmente ancorada no contexto situacional, organizacional ou da tarefa; teoricamente, a medida se apoia na teoria da autoeficácia de Bandura e na literatura sobre criatividade no trabalho, especialmente a formulação original de Tierney e Farmer (2002).


Tempo médio de aplicação:

3 minutos

População-alvo:
Trabalhadores adultos

Usos recomendados:
Investigação de crenças de capacidade criativa no trabalho, pesquisa organizacional, análise de fatores associados à inovação e ao engajamento, e acompanhamento de intervenções organizacionais voltadas à criatividade. Para uso clínico, a extrapolação deve ser cautelosa: o artigo brasileiro foi conduzido em psicologia organizacional, não em amostra clínica, e não oferece normas clínicas, pontos de corte diagnósticos ou estudos de sensibilidade terapêutica.

Atualizado em: 17/03/2026, 21:22
Ver instrumento
Ver detalhes do instrumento Escala de Avaliação da Autoeficácia Geral (EAAG-15)

Escala de Avaliação da Autoeficácia Geral (EAAG-15)

A Escala de Avaliação da Autoeficácia Geral é uma adaptação da Self-Efficacy Scale de Sherer et al. (1982), desenvolvida para medir a crença geral de um indivíduo na sua capacidade de enfrentar desafios e realizar tarefas. O estudo de adaptação foi realizado no contexto da psicologia da saúde, com foco em jovens universitários portugueses.

Tempo médio de aplicação

8 minutos


População-alvo

Adultos (≥ 18 anos), da população geral


Usos recomendados

  • Triagem clínica de recursos motivacionais gerais (agência/persistência) e possíveis barreiras autorreferidas à mudança;

  • Apoio à formulação de caso, identificando padrões de:

    • dificuldade para iniciar ações e metas;

    • desistência diante de frustração/erro;

    • baixa confiança em interações sociais;

  • Planejamento terapêutico orientado a objetivos, ajudando a selecionar focos como: aumento de agência, treino de persistência/tolerância à frustração e intervenções interpessoais;

  • Monitoramento de processo/adesão (ex.: engajamento em tarefas, manutenção de esforços), como indicador complementar;

  • Avaliação complementar em psicologia da saúde, como variável associada a atitudes e comportamentos de saúde e percepção de saúde, apoiando intervenções de promoção de saúde/hábitos.

  • Uso em pesquisa/serviços clínicos para caracterização de perfil de autoeficácia geral em populações jovens (base amostral do estudo).

Atualizado em: 27/01/2026, 03:43
Ver instrumento

Além das escalas padronizadas, existem outros tipos de instrumentos para autoeficácia, como entrevistas clínicas e registros de automonitoramento.

Ver todos os instrumentos para Autoeficácia

Outras Escalas por Categoria